Case de sucesso: O poder do Azure

Por meio do programa ISV-ON, a Ingram Micro Brasil conduziu a migração da Funil de Vendas para a plataforma da Microsoft na nuvem. A Startup teve ganhos em performance e velocidade, que já são sentidos pelos usuários.

Thiago Pirinelli e Percival Oliveira trabalhavam com workshops sobre inovação e processos de vendas dentro de empresas. Ao mostrar visualmente como um pipeline eficiente deveria ser construído, os sócios criaram um termo abrasileirado para facilitar o entendimento do conceito – no caso, a expressão escolhida (e traduzida) foi funil de vendas.

Nasceram assim a marca, a empresa, o software CRM e a metodologia Funil de Vendas. “Demos o start a um movimento de método que hoje é estudado por milhares de vendedores no Brasil. Eu não conheço algum que nunca tenha ouvido falar desse conceito”, diz Pirinelli, proprietário e CMO da companhia.

À época, eles usavam design thinking para entender todo tipo de companhias e criar planos de ação para que elas batessem suas metas. “A gente tinha consciência de que deixava um legado nos workshops, mas não sabíamos se elas colocavam aquilo em prática no dia a dia”, conta o profissional.

Diante dessa questão, os sócios decidiram trabalhar para mudar esse cenário. Pirinelli conta que, após estudar diversos modelos, decidiram abrir uma unidade de negócio de tecnologia. O plano era desenvolver um software visual, simples de ser usado e que pudesse entregar ao vendedor um passo a passo de como trabalhar as vendas – da prospecção até o fechamento.

REDUÇÃO DOS CUSTOS

Em 2014, a Funil de Vendas passou por um processo de consolidação, para se transformar em uma unidade de negócio autônoma, funcionando via SaaS. Foi aí que a empresa buscou uma equipe para desenvolver uma nova
versão da plataforma para funcionar no Azure, da Microsoft, em modelo de cartão de crédito.

“Quando conhecemos o parceiro, identificamos que existia a possibilidade de baratear seus custos, reduzindo os encargos com IOF, impostos e variação cambial”, destaca Ricardo Senna, Business Development Manager – ISV da Ingram Micro Brasil. No programa ISV ON, a Funil de Vendas passou por uma avaliação de toda a sua infraestrutura, em que a Ingram entendeu de quais configurações e máquinas eles precisavam para desenvolver ainda mais o negócio.

Após um dimensionamento no Azure para a Funil de Vendas, ficou claro que a empresa estava trabalhando em um contrato antigo e que não desfrutava uma série de funcionalidades novas – e ainda pagava muito por isso. Então, a Ingram sugeriu fazer a administração desse contrato e migrar a startup para uma nova infraestrutura.

“A Ingram foi um ponto crucial para desenvolvermos esse novo modelo de hospedagem dentro dessa estrutura tecnológica da Microsoft, em um contrato gerenciável”, diz Pirinelli. Ele lembra que pagava uma média de R$ 6 mil por mês. Hoje, está em torno de R$ 3,4 mil. “Nós economizamos 44% em hospedagem ao realizar a migração das operações para a nuvem da Microsoft.”

BRAÇO DIREITO

O Azure é um grupo de recursos muito amplo, que fornece aos parceiros da Ingram Micro a chance de desenvolver suas soluções em qualquer vertical. “Junto com a plataforma, a Microsoft também consegue oferecer soluções comerciais e de marketing para que esses parceiros possam tornar suas propostas mais conhecidas no mercado”, explica o Business Development Manager – ISV da Ingram Micro Brasil.

“A migração foi relativamente rápida. A Funil de Vendas já conhecia a plataforma da Microsoft. Então, a gente deu diretrizes para eles criarem as máquinas com as mesmas demandas e os mesmos requisitos que eles tinham na plataforma recorrente”, destaca Senna. A Ingram Micro ainda conseguiu isentar a startup do pagamento no primeiro mês, para que eles pudessem estabilizar a aplicação e o ambiente.

A distribuidora dispôs de consultores para fazer toda a parte de construção do ambiente com a Funil de Vendas. “Ela nos apoiou mobilizando todo um time de infraestrutura e criando os IDs para o ambiente novo”, diz Pirinelli. “Hoje, a Ingram também nos apoia no controle de gestão financeira com um custo mais acessível. Ao mesmo tempo, a Microsoft nos oferece o material e uma base de conhecimento para explorarmos o potencial do Azure.”

A parceria também ajudou a Funil de Vendas a estreitar sua relação com a Microsoft. “Graças ao programa ISV ON e ao trabalho com a Ingram Micro, a startup passou a ser um parceiro relevante para a fabricante. Hoje, eles têm acesso a times comerciais que geram negócios e eventos, o que concebe uma proposta de valor muito interessante”, diz Senna.

A startup tem uma base tecnológica consolidada, e usa os nomes da Ingram Micro e do Microsoft Azure em seu discurso de vendas. “Falamos de níveis de segurança, gestão de contrato de tecnologia e muito mais. Usamos esses argumentos como prova de venda para fechar negócios”, conta o sócio da Funil de Vendas.

IMPACTO FUTURO 

A Funil de Vendas tem mais de cinco mil usuários conectados todos os dias com o CRM. O plano para os próximos três anos é alcançar 30 mil. “O Azure permite crescimento exponencial em curto prazo e com otimização financeira”, diz Pirinelli. “A gente ganha muita rapidez e expressividade no número de pessoas conectadas sem refletir nos custos da tecnologia.”

O usuário também já sente os benefícios da migração. A plataforma ganhou performance, velocidade de carregamento de páginas e arquivos, e possibilitou à startup dar o pontapé que desejava dentro das otimizações possíveis. “Nós apenas começamos a fazer a cócega na superfície. O ganho de velocidade e eficiência vai ser muito maior na hora em que a gente realmente passar a utilizar todo o potencial que é oferecido por essa infraestrutura enorme.”

Este case foi produzido pela Ingram Micro Brasil e veiculado na 11ª Edição – Ano 5 da revista IM Magazine.

Case de sucesso: Cloud Transformando os negócios

Estudo de caso do IDC mostra como a parceria entre Ingram Micro Brasil e Lumini IT Solutions ajudou a Wex a otimizar uma das áreas mais problemáticas quando o assunto é fluxo de informações.

A Ingram Micro Brasil e a Lumini ITSolutions encomendaram um estudo de caso do IDC para mostrar como a solução em nuvem Lumini360º ajudou a Wex a elevar o seu patamar de serviços, com benefícios claros como: atuação mais rápida em seus serviços, novas oportunidades de negócio e redução de perdas financeiras.

A Wex, empresa provedora de soluções de meios de pagamentos corporativos para os segmentos de benefícios, frete, viagem e saúde, percebeu a necessidade de monitorar o fluxo de informações, principalmente no setor de viagens, para assegurar sua efetividade e entender de forma clara e rápida os problemas dos seus serviços. “Quando estamos falando de passagens aéreas, poucos minutos podem interferir de maneira significativa na disponibilidade do trecho e na tarifa”, afirma Telmo Lucena, Vice-Presidente de TI e Operações da Wex Brasil.

Esse fluxo de informações se torna ainda mais complexo quando envolve diversos sistemas – alguns, inclusive, fora do controle da Wex (como os de operadoras de turismo ou companhias aéreas), e que podem apresentar falhas ou lentidão, com potencial de comprometer a transação do cliente.

Para atender a essa demanda e ter maior visibilidade de negócios, a Wex procurou parceiros que pudessem ajudá-la a monitorar o ecossistema. Duas companhias foram acionadas para identificar (e solucionar) os desafios: Lumini IT Solutions e Ingram Micro Brasil.

A TECNOLOGIA POR TRÁS DO SUCESSO

Lumini360º ajudou a Wex a economizar o correspondente a 3% do faturamento da operação de viagens

Ao aprofundar o entendimento sobre o cenário da Wex e o porquê da necessidade de um monitoramento mais detalhado do negócio, a Lumini propôs os serviços de sua solução Lumini360º, uma plataforma de monitoramento de recursos computacionais que conta com a inteligência de mais de 50 pessoas, entre técnicos, analistas e cientistas de dados, que ajudam a definir, desenvolver e acompanhar indicadores de negócio realmente relevantes.

Esse acompanhamento permite que a Lumini não apenas aponte onde estão os problemas de forma rápida, mas também faça recomendações para o aperfeiçoamento de processos e serviços de seus clientes. Um dos benefícios destacados pela Wex é a facilidade de implementação do Lumini360°. “Por ser uma plataforma na nuvem, uma vez determinada a forma segura de trocar informações, não há necessidade de instalação de quaisquer elementos dentro de casa”, comenta Lucena. E é aqui que entra o
serviço da Ingram Micro Brasil. As duas companhias precisaram se aproximar para encontrar o caminho ideal para entregar uma nuvem mais segura à Wex. O método escolhido foi o Microsoft Azure, serviço de nuvem da Microsoft que conjuga recursos robustos de infraestrutura e plataforma como serviço, e permite que as empresas construam suas soluções e as disponibilizem em uma rede global.

O serviço Lumini360° trouxe uma série de benefícios significativos para a Wex. Dentre eles, destacam-se: a possibilidade de acompanhar o cenário em tempo real e reagir com velocidade diante de mudanças abruptas, analisar demandas reprimidas com o intuito de gerar novas oportunidades de negócio, e minimizar perdas atreladas a cancelamentos ou mudanças tarifárias.

Vale ainda ressaltar que houve uma redução média de 30% no tempo de resposta a incidentes de negócio, principalmente porque a plataforma permite que a Wex antecipe a detecção e solução de problemas. Isso resultou em uma economia que corresponde a 3% do faturamento da operação de viagens. Sem contar que a experiência de uso também foi melhorada, fazendo com que o processo de aquisição tivesse uma redução de 35% no seu tempo total.

O saldo positivo obtido pela Wex motivou a implementação do Lumini360° em outras unidades de negócio da companhia. O projeto para a área de benefícios já está em andamento. É esperado que 60% do tempo seja gasto em levantamento de informações e processos, juntamente com a definição dos indicadores, e os demais 40% na sua efetiva implementação.

Até o final de 2018, será a vez da área de fretes, que também tem desafios inerentes a seu tipo de operação. A Wex seguirá, portanto, com o aprofundamento da cultura de visibilidade dos negócios e da transformação da informação em itens acionáveis em sua operação.

Este case foi produzido pelo IDC e veiculado na 8ª Edição – Ano 3 da revista IM Magazine.

Case de sucesso: Educação Hiperconvergente

Escola tradicional de São Paulo adota infraestrutura da Cisco para melhorar sua performance.

A Escola Móbile é tradicional em São Paulo e oferece ensinos infantil, fundamental e médio. Após fazer um planejamento de curto, médio e longo prazos, a instituição identificou a necessidade de resolver um problema extremamente importante: o gargalo de poder de processamento em seus servidores.

“Um ponto preocupante é que estávamos entrando em uma situação de risco se algo falhasse, por conta do fim da garantia do fabricante”, conta Christian Serapiao, gerente de TI da escola. Por isso, a instituição decidiu partir em busca de players de mercado que oferecessem uma solução para o problema.

Serapiao lembra que, durante o processo, ficou claro que um servidor comum entraria em depreciação com rapidez — fato que levaria a uma nova atualização em poucos anos. Depois, veio a ideia de transportar tudo para a nuvem. Mas o preço se mostrou inviável, já que não era possível negociar um valor fixo para o serviço.

Foi então que se chegou ao conceito de hiperconvergência, que chamou muita atenção. Com o suporte da B2On e a apresentação didática da Ingram Micro, a Escola Móbile encontrou na infraestrutura hiperconvergente da Cisco, o HyperFlex, a solução completa para os seus problemas.

PAPEL DOS DISTRIBUIDORES

Rita Magno, gerente de contas da Cisco, ressalta a importância do distribuidor e do canal durante o processo de desenvolvimento e entrega do projeto. “Os parceiros são fundamentais para chegarmos à melhor solução e aos melhores prazo, valor e entrega para nossos clientes”.

Saulo Ricardi, Sales Specialist da Cisco, explica que o HyperFlex foi desenvolvido para oferecer uma solução completa de hiperconvergência. Ele une computação, armazenamento e rede em uma única solução física, totalmente gerenciada por software.

O produto é baseado na plataforma Cisco UCS e tem integração com as funcionalidades que o UCS oferece. “O HyperFlex Data Platform é uma solução projetada para fornecer armazenamento distribuído, maior desempenho, consistência e melhor disponibilidade do que outras soluções equivalentes”, afirma Ricardi. Carlos Carrilho, especialista em produtos Cisco da Ingram e responsável por apresentar a solução ao time da Móbile, lembra que a instituição tinha sistemas muito descentralizados. Com a plataforma da Cisco, ela garantiria não só um data center integrado, mas também um ganho geral de performance para a equipe de TI.

Com a escolha da solução, Valdemir Cardoso, diretor comercial da B2ON, afirma que a escola deu um grande passo para adaptar seu ambiente às necessidades do futuro. Isso porque o HyperFlex unifica a tecnologia de computação e rede em uma plataforma de dados de próxima geração. “Ela leva o cliente a mais simplicidade e economia”, diz.

BENEFÍCIOS EM LONGO PRAZO

O processo de atualização dos servidores da Escola Móbile está se desenvolvendo como planejado e dentro do cronograma. Tiago Santos, diretor técnico da B2ON, explica que o data center já está no ar e a migração tende a ser realizada de acordo com os planos estratégicos da instituição.

Ao todo, nove servidores serão levados para o ambiente virtual , dentro das janelas disponíveis. Serapiao conta que a parte menos crítica já foi atualizada durante o mês de julho. Agora, o core do projeto está programado para passar pelo processo durante as próximas férias dos alunos, em dezembro e janeiro.

Com a plataforma da Cisco, além da segurança, a equipe de TI da instituição tem controle total dos servidores da rede. “Caso surja qualquer problema, agora é possível resolvê-lo com muito mais transparência”, diz Renyer Rezende, Analista de Suporte Pleno da Escola Móbile.

Outro benefício é a possibilidade de aumentar o poder computacional e a capacidade do sistema de forma independente, conforme as necessidades forem crescendo. “Essa característica dá à infraestrutura um bom custo-benefício, se levado em consideração o poder de processamento que ela é capaz de oferecer”, afirma Rezende.

O Gerente de TI da escola diz que a solução da Cisco vai apoiar a instituição em vários outros sentidos. “Ela permitirá escalar mais rápido, além de trazer velocidade para os serviços internos e garantir mais disponibilidade”, explica. “Custa muito ficar parado. Por isso, a disponibilidade da infraestrutura foi determinante para a escolha da solução.”

Toda essa tecnologia vai permitir à escola trabalhar com a segurança de que seus servidores estarão sempre à disposição — seja para suportar tanto os agitados períodos de rematrículas quanto os acessos ansiosos dos estudantes ao conteúdo pedagógico digital. A redundância do HyperFlex garantirá que a instituição esteja sempre pronta para receber e atender seus alunos, professores e parceiros.

Este case foi produzido pela Ingram Micro Brasil e veiculado na 8ª Edição – Ano 3 da revista IM Magazine.

Case de sucesso: Preparados para o futuro

A atualização do parque de servidores da Brasil Terminal Portuário foi um grande sucesso. Hoje, a empresa oferece uma operação ainda mais tecnológica e assertiva para seus clientes

Se modernizar e acompanhar as tendências. Dois comportamentos determinantes para empresas que desejam continuar a oferecer uma operação impecável a seus clientes. Fato que sempre esteve muito claro para a Brasil Terminal Portuário (BTP). No início de 2017, o operador foi em busca de um projeto de inovação. O plano não era só substituir seus servidores antigos, mas investir nos equipamentos e experiências mais modernas à disposição.

O objetivo era fazer um verdadeiro upgrade tecnológico no ambiente de tecnologia da informação da empresa. “Baseado nisso, estudamos todas as possibilidades e decidimos trabalhar com um ecossistema totalmente virtualizado e orquestrado pelo Stretched Cluster”, comenta Fabiana Morgante de Alencar, gerente de TI da BTP. Ela explica que, com essa arquitetura, seria possível garantir aos usuários um ambiente protegido pela alta disponibilidade e forte poder de processamento e armazenamento de dados.

BRAÇO DIREITO

Para tirar esse objetivo do papel, a BTP foi a procura dos parceiros ideais. De acordo com Fabiana, o princípio fundamental da empresa é criar relações de parcerias duradouras. Com base em confiança e comprometimento com o sucesso do projeto.

Depois de avaliar muitos cases de sucesso e experiências do mercado, a Gerente de TI explica que a escolha foi um grande diferencial para que o projeto fosse bem-sucedido. “Imprevistos acontecem, e o que faz a diferença é o tempo de resposta e assertividade para tratar cada caso”, explica.

Uma das escolhidas foi a EM2 IT Solutions. A empresa foi responsável por orquestrar, de ponta a ponta, a implementação do projeto de atualização do parque de servidores da Brasil Terminal Portuário. Vlamir Mattiolli Junior, Account Executive da EM2 IT, lembra que o processo começou com o entendimento da real necessidade do cliente. “Trabalhamos para compreender a capacidade computacional da BTP e propomos a modernização necessária para agora e para as demandas do futuro”, diz. Dentro desse contexto, eles recomendaram o que havia de mais adequado para essa atualização dentro do portfólio da Dell EMC, o fornecedor do projeto. “Após o processo de compra e chegada dos equipamentos ter sido concluído, iniciamos a migração”, conta Fabiana. Aqui, o objetivo era fazer a implementação de forma que tudo conversasse entre si, seguindo o que foi desenhado no início do projeto.

O grande desafio para manter esse padrão foi o fato de a empresa ter uma operação que funciona 24 horas e sete dias na semana. Marcos Bernardo, Gerente de Contas da Ingram Micro Brasil, explica que, se a operação parasse, por qualquer motivo, poderia fazer com que caminhões e navios saíssem sem carga ou com ela incompleta. Pois eles precisam seguir seus próprios cronogramas e tempo de parada estipulado.

“Às vezes, na venda temos um cenário, mas na prática é sempre uma surpresa sobre como as coisas vão funcionar. Por isso foi preciso acompanhar tudo de perto”, conta Mattiolli. E para garantir que a dinâmica da operação não parasse, o trabalho de modernização aconteceu de acordo com janelas de manutenção muito bem planejadas. Os primeiros que passaram pela atualização foram os ambientes que permitiam paradas operacionais sem causar indisponibilidade para a área final. Depois, foi a vez dos locais mais críticos, que exigiram muita perícia da equipe para serem concluídos com sucesso. “As áreas ficavam parada por algumas horas, nas quais era preciso fazer exatamente o que foi programado. Não havia espaço para erros”, diz Bernardo.

TECNOLOGIA APLICADA

Fabio Gordon, executivo de vendas para plataformas hiperconvergentes da Dell EMC Brasil

Fabio Gordon, executivo de vendas para plataformas hiperconvergentes da Dell EMC Brasil, afirma que a fornecedora disponibilizou dois cluster de hiperconvergência (Vxrail) em dois sites distintos. Ele explica que foi utilizada a tecnologia de stretched cluster para garantir uma operação continuada das aplicações críticas da Brasil Terminal Portuário.

A arquitetura proposta pelo fornecedor levou em consideração as exigências de capacidade e disponibilidade críticas usadas pela BTP.

Principalmente no que se trata de gestão de fluxos de containers para atender as demandas de negócio, bem como atender as expectativas de confiabilidade e segurança. Todo o trabalho e dedicação dos parceiros garantiram o sucesso do projeto. Durante os meses de atualização, o parque de servidores da Brasil Terminal Portuário foi modernizado em diversos aspectos. Segundo Fabiana, as melhorias mais relevantes foram o Stretched Cluster, a ativação automática do ambiente de redundância, a virtualização dos servidores físicos, a criação de um ambiente de hiperconvergência e a redução de quatro para um rack.

IMPACTO NO CLIENTE

“A tecnologia da Dell EMC aplicada junto com a consultoria da EM2, proporcionou ganhos e benefícios em muitos aspectos ao cliente”, diz Mattiolli. Entre eles, além da grande atualização tecnológica, estão menores custos operacionais, a eficácia energética, redução de footprint, ganho de performance, continuidade de negócios e alta disponibilidade, simplificação de gerenciamento e administração e proteção de investimento.

A modernização do Data Center reforçou o compromisso da Brasil Terminal Portuário com a satisfação de seus clientes, ao garantir a qualidade de seus serviços e o padrão de excelência em todos os aspectos do negócio. O porta-voz da EM2 lembra que o TI é o coração da operação, é ela quem faz tudo funcionar. Por isso, ter um parque de servidores moderno dá muita segurança, além de garantir que tudo funcione apesar das circunstâncias. “Com todo este trabalho trouxemos o cliente para o mais alto patamar da nova geração de tecnologia: a hiperconvergência”, diz.

“A infraestrutura hiperconvergente tem sido a opção das empresas que estão transformando a TI para simplificar a administração e alcançar o melhor desempenho”, conta Gordon. O porta-voz diz que as soluções trouxeram mais capacidade de gerenciamento, desempenho e processamento, o que permite escalar conforme a necessidade da empresa. “Como resultado, a BTP conta com mais agilidade para rodar as aplicações de negócios. O que impacta positivamente na produtividade, na operacionalização e no fluxo dos contêineres nos terminais”.

De acordo com Fabiana, a atualização do ambiente da BTP trouxe alta disponibilidade. Ela explica que, com isso, foi possível garantir que todas as operações do terminal estejam cobertas e que não haverá falta de tecnologia para os clientes, tanto internos quanto externos.

Este case foi produzido pela Ingram Micro Brasil e veiculado na 7ª Edição – Ano 3 da revista IM Magazine.