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Ingram Micro recebe prêmio da IBM

A Ingram Micro foi premiada como distribuidor do ano 2016 no Brasil, pelo segundo ano consecutivo, e distribuidor do ano para a região SSA (Spanish South America) no evento anual da IBM (Partner World), realizado na semana do dia 13/02 em Las Vegas.

“Não basta ter projetos interessantes e boas implementações, se não há um bom distribuidor, não há como ser bem sucedido”. Palavras da Marcela Vairo  – IBM ao entregar o prêmio.

Obrigado aos nossos parceiros pela confiança e parabéns ao time por mais esta grande conquista!

IBM PartnerWorld Leadership Conference

IBM PartnerWorld Leadership Conference

 

Ingram Micro promove evento voltado à tecnologia na educação em Porto Alegre

O Tech Talk Education aconteceu nos dia 14 e 15/02, com o apoio das revendas ASG, CGK, Infinnit e Infra TI

A Ingram Micro Brasil, subsidiária da maior distribuidora global de tecnologia, promoveu nos dias 14 e 15/02, no escritório regional de Porto Alegre, o Tech Talk Education, voltado para gestores e usuários de tecnologia da informação em ambientes educacionais.

O evento aconteceu com o apoio das revendas ASG, CGK, Infinnit e Infra TI e contou com a presença de representantes da ACER, Cisco e Microsoft, além de revendedores, parceiros e clientes finais, que debateram sobre as tendências do setor educacional e apresentaram soluções inovadoras e cases de sucesso com o uso de novas tecnologias para otimização de processos, mobilidade e conectividade.

“O encontro tem o objetivo de promover a interação entre os participantes e mostrar como soluções inteligentes e eficientes podem engajar alunos, professores e gestores, garantindo um aprendizado mais dinâmico e eficiente dentro do ambiente educacional”, conta Diego Utge, VP & Brazil Chief Executive da Ingram Micro.

Na ocasião também foi apresentada a recém-lançada solução de Gestão e Eficiência Energética, comercializada exclusivamente pela Ingram Micro, composta por produtos e serviços da Cisco, IBM, Intel e ONEGRID que, juntos,  permitem total gestão do consumo de energia elétrica com ar condicionado e iluminação, por exemplo, permitindo uma economia de até 40% e que pode ser facilmente aplicada em instituições de ensino.

Tech Talk Education

Tech Talk Education

Ingram Micro e IBM participam de encontro de executivos América Latina

Acontece nesta semana no hotel Hilton em São Paulo, SP o encontro de executivos América Latina da IBM e Ingram Micro para alinhamento estratégico e crescimento do negócio.

“Temos excelente relacionamento comercial e estratégico com a IBM não só no Brasil, mas em toda a região. Estes encontros são essenciais para compartilharmos objetivos e boas práticas para o desenvolvimento do nosso ecossistema de negócios com a IBM”, avalia Diego Utge, VP & Country Chief Executive da Ingram Micro Brasil.

Rodrigo Kede, presidente da IBM para América Latina fez a abertura do evento com participações de Marcelo Porto, presidente da IBM Brasil e Ana Zamper, VP de Canais de Vendas para IBM América Latina.

Pela Ingram Micro, estão participando executivos do Brasil, Argentina, Peru, México, Colômbia e Chile.

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Rodrigo Kede, presidente da IBM para América Latina durante abertura do encontro

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Mauricio Affonso (Mauaff) e Luis Lourenço, diretores da Ingram Micro Brasil

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Participantes do encontro de Executivos América Latina da Ingram Micro e IBM

Ingram Micro apresenta solução para gestão de energia que reduz gastos de empresas em até 40%

Resultado de parceria entre a distribuidora, a Cisco, IBM, Intel e ONEGRID, a solução de Gestão e Eficiência Energética integra software, hardware, instalação e suporte; Cloud suporta a solução, que pode ser adquirida por meio dos revendedores da Ingram Micro.

A Ingram Micro Brasil, subsidiária da maior distribuidora global de tecnologia, apresenta a solução Gestão e Eficiência Energética que tem como objetivo ajudar as empresas a diminuírem em até 40% os gastos com energia elétrica. Resultado de uma parceria da Ingram Micro com alguns dos maiores nomes da indústria de tecnologia, a solução integra produtos e serviços da Cisco, IBM, Intel e ONEGRID que, juntas, permitem total gestão do consumo de energia elétrica com ar condicionado e iluminação, evitando assim o desperdício e assegurando a melhor utilização desse recurso. A solução tem interface intuitiva com gráficos de consumo por localidade em tempo real, garante baixo custo de instalação (os sensores se comunicam entre si sem fio), e assegura o retorno do investimento em aproximadamente dois anos ou menos, de acordo com o tipo de vertical onde ela é implementada.

“A Ingram Micro tem investido no desenvolvimento de novas soluções que possibilitem aos parceiros a diversificação de seu portfólio por meio de ofertas inovadoras. A solução de Gestão de Recursos e Eficiência Energética é exemplo disso. Ela possibilita ao cliente redução no consumo de energia, e facilita a visualização do uso desse recurso, seja no prédio principal ou em suas diversas filias. A sensorização de dispositivos elétricos, como ar condicionado e iluminação, por exemplo, permite que o cliente defina os parâmetros de uso desses equipamentos, garantindo assim a correta aplicação das regras corporativas nas diversas localidades. Tudo online em um único painel de controle. É o conceito de IoT aplicado à redução de custo e gestão sobre o uso da energia elétrica” , conta Daniel Sanchez, gerente de Unidade de Negócios IoT da Ingram Micro Brasil.

A partir de um único painel de gerenciamento, disponível em cloud ou local, cada ambiente da empresa pode ser monitorado por meio de sensores ativados de forma independente ou ainda desativados de acordo com padrões de presença, agendamento ou autenticação. Também é possível fazer o agendamento para uso contínuo ou eventual, ativando apenas os equipamentos ou circuitos necessários para determinada atividade a ser desenvolvida naquele ambiente. Em caso de queda da conexão com a internet, o sistema mantém a gravação dos eventos por até sete dias em modo “offline” sem perda de nenhuma ocorrência.

Fazem parte do pacote de soluções integradas o Cisco Energy Management (CEM), o IBM Maximo Asset Management e o IBM TRIRIGA Facilities Manager, entre outros. “São ferramentas que normalmente já respondem com máxima eficiência suas funções e que agora, nesse conjunto integrado pela Ingram Micro, Cisco, IBM, Intel e ONEGRID, maximizam tempo e recursos financeiros e garantem total harmonia desde a hora da configuração até a conexão com os demais sistemas das empresas”, explica Patrícia Cocozza, executiva de marketing de Indústrias & Soluções da Ingram Micro. “É a forma mais simples e ágil de ajudar as empresas a diminuírem seus custos com energia”, reforça Patrícia, lembrando que oferecer uma solução integrada como essa faz parte da missão da Ingram Micro de promover cross selling e alavancar os negócios de fabricantes e revendedores. As variações da solução preveem gestão de outros recursos essenciais como água, complementa.

Dentro desse objetivo, a Ingram Micro trabalha com produtos e soluções de 75 fabricantes para pronta entrega e importação exclusiva no modelo de VAD, VOD, mobilidade, automação e cloud, tem uma plataforma de e-commerce com frete grátis e oferece um portfólio de soluções financeiras – IM Linha Fácil -, que atende praticamente todas as demandas de uma revenda e seus projetos com clientes finais.

Para mais informações sobre a solução para gestão de energia, entre em contato com a Ingram Micro pelo telefone (11) 3508-1635

A Consolidação da Nuvem

Mercado já começa a virar a página de evangelização, e cloud computing se consolida com um novo padrão na adoção de TI. É preciso se posicionar agora para não perder essa oportunidade

Inovações tecnológicas vêm como ondas: levam algum tempo para se formar, atingem seu  pico e estouram poderosamente quando adotadas de forma massiva. Cloud computing extrapola essa metáfora. Por sua magnitude e poder de disrupção, o modelo se assemelha a um tsunami, que agora se consolida e chega com força total para revolucionar diversos mercados.

Depois de anos de evolução, o conceito atingiu um novo patamar e passa a ser uma realidade presente no dia a dia de praticamente todas as organizações ao redor do mundo. No Brasil e em toda a América Latina, isso não é diferente. Segundo uma pesquisa da Frost & Sullivan, que ouviu mais de 500 executivos, apenas 8% das companhias latino-americanas não utilizam sequer um serviço em nuvem.

O cenário reforça a ideia de que SaaS, IaaS e PaaS (siglas para software, infraestrutura e plataforma “as a services”, respectivamente) se aprofundam dentro das estruturas empresariais a ponto de virar um novo padrão.

A possibilidade de consumir recursos de TI de forma escalável e no modelo “pague pelo que usar” capturou a atenção dos executivos, que buscam otimizar custos, ganhar eficiência e ter agilidade e flexibilidade para proporem inovações que lhes ajudem a responder às demandas de um mercado globalizado e extremamente competitivo.

Na opinião de especialistas do Gartner, até 2020, uma empresa que não utiliza nenhum recurso em nuvem será algo tão raro quanto uma companhia sem conexão à web nos dias de hoje. Ainda de acordo com a consultoria, isso ocorrerá porque a indústria está se ajustando dentro de uma postura estratégica, chamada de “cloud-first” ou até mesmo “cloud-only” para composição de seu portfólio.

A expectativa é que até 2019, mais de 30% dos maiores fabricantes de TI do mundo já tenham completado a transição de suas linhas de produtos e adaptado todas as suas ofertas para rodarem em modelo de nuvem, que será virtualmente a opção padrão para quem quiser comprar infraestrutura, aplicações e softwares.

É possível acompanhar esse movimento sem grande esforço. Quando olhamos para o mercado, ano após ano, conseguimos mapear claramente os anúncios cada vez mais intensos nesse sentido, vindo de gigantes de TI como Oracle, HP, IBM, EMC, Microsoft, SAP, Symantec, Cisco e muitas outras.

A constância do crescimento anual das receitas com cloud observada nos últimos anos – que giram em patamares entre 20% e 30% (ou seja, índices muito acima do crescimento das receitas no mercado geral de TI) – é outro fator tangível da solidez da evolução da nuvem no mercado brasileiro.

Isso se intensifica com o aumento da oferta de ferramentas, que leva os usuários de um contexto de “cloud enabled” para o “cloud native”, ou seja, trocam investimentos pontuais no modelo para criarem uma abordagem onde o conceito é a premissa fundamental em sua estratégia digital de longo prazo. E essa é a nova realidade da nuvem.

O novo padrão

 

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O momento mostra que o mercado já começa a virar a página de evangelização. “Em diversas indústrias, essa conversa já passou”, resume Marcela Vairo, diretora de canais da IBM da Brasil, observando que não há mais tantas dúvidas conceituais e que os aspectos inibidores usados como argumento pelos compradores até pouco tempo começam a cair por terra em temas como segurança e governança de dados.

Em um primeiro momento – que podemos chamar de experimentação e descoberta do modelo – era confortável para as companhias usarem recursos cloud isolados, agora será necessário conectar essas peças para, então, rodar uma solução mais completa e aderente aos processos e rotinas de negócio.

A intensificação no uso de recursos em nuvem pelas empresas exigirá uma transformação da cadeia de suprimento.

À medida que passa a ser algo mais comum e presente nas rotinas empresariais, as companhias requerem integração entre as ferramentas. Não haveria de ser diferente. Rodrigo Garcia, gerente de canais da provedora de ferramentas de segurança da informação Trend Micro, observa o mercado ganhar corpo. “É uma questão de amadurecimento”, sintetiza o executivo. E essa maturidade tem deixado o mundo, por um lado, mais complexo.

“As nuvens se conectam entre si e se conectam com ambientes locais”, observa Marco Sena, diretor de vendas de soluções cloud da Cisco para América Latina, reforçando a ideia de que as empresas não adotarão apenas um modelo (a tendência aponta para ambientes híbridos) e, sequer, apenas produtos de um único fornecedor de cloud pública.

Essa é outra peculiaridade do momento pelo qual passa o mercado, desencadeando ajustes sistêmicos. Entregar soluções abrangentes, que contemplam ferramentas de mais de um fabricante, passa longe de ser trivial. Porém, inegavelmente, abre novas portas para geração de receitas.

É cada vez mais factível e necessário fazer vendas cruzadas de soluções para um cliente. “Com a nuvem, os canais conseguem potencializar suas margens e flexibilizar a disponibilidade de seus produtos e ofertas”, comenta Victor Gureghian, líder de canais da Microsoft no Brasil.

A ideia é que, por trás de um projeto de infraestrutura ou software como serviço, há uma oportunidade extra de agregar produtos complementares como, por exemplo, uma camada de serviço que, de um lado facilitará a vida dos usuários enquanto, de outro lado, aumentará a lucratividade do canal.

Sena, da Cisco, concorda. “Projetos de TI sempre exigirão a presença de uma empresa com conhecimento profundo para ajudar o cliente na transição a esse novo mundo”, acrescenta.  Entra em cena a figura do trusted advisor, aquele canal que além de vender tecnologia, é capaz de ajudar o cliente em sua jornada rumo a cloud, dando os direcionamentos para que aquela empresa vença a partir do uso de tecnologias nesse novo modelo de negócios.

Além disso, nesse contexto, emerge a necessidade de promover sinergias e maior correlação entre diversos elos da cadeia de fornecimento para geração de valor ao mercado. Criar um ecossistema passa a ser primordial. Essa estruturação contempla, nas pontas, os fabricantes e as revendas de TI.

No meio, estabelecendo a ponte entre esses dois organismos, encontram-se os distribuidores, que ganham cada vez mais espaço e desempenham função fundamental no ambiente de cloud.

A camada intermediária cumpre o papel de agregador de soluções de múltiplos vendors e assume a posição para facilitar o trabalho dos canais, reduzindo complexidade a partir de modelos padronizados de gestão, além de prover ferramentas que permitam que os canais aproveitem as oportunidades e sinergias, bem como facilitar a integração de tecnologias em seus clientes.

Importância dos ecossistemas

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Para a Oracle, está cada vez mais claro para o mercado que a adoção de cloud para que as empresas sejam mais competitivas e ágeis é primordial. “Por isso, nosso ecossistema tem sido preparado para encarar esta realidade com muito foco. Sabemos que para estarmos à frente, precisamos considerar que cloud é uma grande demanda e gera volume”, afirma Francislaine Muratorio, vice-presidente de Alianças e Canais da Oracle América Latina da Oracle. Além disso, Francislaine avalia, atuar com rapidez é uma estratégia crucial, bem como estar atento às possibilidades de que a oferta dá a oportunidade de ampliar a cobertura. Dentro deste contexto, os canais têm uma oportunidade enorme de aumentar seus planos de negócios, não só atendendo a esta demanda, mas também criando ofertas com outras soluções do amplo portfólio de produtos da Oracle.

“Nosso trabalho tem apoiado fortemente o ecossistema nesta transformação digital com muita capacitação não somente em vendas, pré-vendas, mas principalmente com capacitação técnica, a fim de garantir a qualidade na entrega dos serviços. Além do foco em solução, estamos dando visibilidade a diversas referências e casos de sucesso que destacam como transformar a empresa de on premise a cloud, quais os perfis a serem recrutados, como devem ser as propostas aos clientes, gerenciamento de projetos, suporte ao serviço prestado, entre outros. Em resumo, trabalhamos lado a lado para que os parceiros ajudem os clientes nesta transformação alinhados com a sólida estratégia da Oracle”, diz a executiva.

Indo um pouco mais a fundo nessa questão, de um lado temos os fabricantes, que precisam de um ecossistema forte de revendas para apoiá-los em suas estratégias de ida ao mercado. Ter essa base de aliados constitui-se em uma fortaleza para vencer enquanto o mundo migra para a nuvem.

Na outra ponta, os canais precisam evoluir sua camada de ofertas para entregar soluções mais amplas, que atendam as demandas desses clientes. Com a evolução do conceito de cloud, percebemos que dificilmente uma única marca resolverá todas as demandas de negócios de uma empresa.

No fim do dia, somente um grande número de parceiros capacitados permitirá que a indústria de TI esteja apta a cobrir o mercado, capturando oportunidades horizontais (por geografia) e/ou verticais (por indústria). Logo, conectar ferramentas de múltiplos vendors é fundamental, porém não é uma tarefa simples, especialmente pela complexidade de gestão trazida pelo relacionamento descentralizado, com condições contratuais e de níveis de serviços estabelecidos particularmente com cada um desses fabricantes.

E é justamente aí que o distribuidor de tecnologia assume papel fundamental: agregando soluções e unindo as pontas desse ecossistema cloud. A ideia é que uma rede ampla, onde seja possível colaborar de forma simples e aproximar as pontas para gerar oportunidades de maneira efetiva, é melhor do que um ambiente formado por diversos elos pequenos.

A nuvem provou que veio para ficar. Quem conseguir ajustar seu modelo de operação ainda tem tempo para colher os ótimos frutos que amadurecem com esse mercado. “A oportunidade é imensa”, constata José Furst, diretor responsável pela Ingram Micro Cloud no Brasil.

A hora é agora

O executivo, porém, aconselha a ser rápido. “Não espere, o negócio está acontecendo agora. Os clientes estão consumindo recursos em cloud, ainda que as revendas não saibam ou entrem nesse tipo de discussão”, enfatiza, para adicionar: “E se você não pegar essa oportunidade, seu concorrente irá pegá-la e será muito difícil recuperar o contrato!”. A ideia, mais do que nunca, é chegar na frente para não chegar tarde demais.